Dia após dia nos perguntamos por que nada muda em nossas vidas, mesmo orando, lendo a bíblia, dando os dízimos e ofertas, fazendo boas ações ou até mesmo porque mudamos de religião. E nos questionamos porque Deus parece ter se esquecido de nós. O interessante é notar que continuamos a mandar dizer que não estamos quando o telefone toca, continuamos comprando sabendo que não podemos pagar, continuamos forjando as declarações de imposto de renda e tantos outros jeitinhos que foram incorporados às nossas vidas; continuamos sem perdoar, continuamos a falar mal e tantas outras atitudes ruins. Dia após dia, continuamos nossas orações, que se parecem mais com listas de compras intermináveis, e nos esquecemos de algo muito simples, que é mudar nossas próprias atitudes, e então poder viver algo diferente. Na bíblia, no capítulo 6 de 2 Crônicas, Salomão ora a Deus pedindo pelo povo todo de Israel, que tinha problemas semelhantes aos nossos, como doenças, problemas de saúde, pecados... Mas Salomão ora não como uma obrigação que Deus deva realizar, mas com temor e reverência, coisas que tem desaparecido hoje quando vemos orações exigindo que Deus nos faça isso ou aquilo. Após essa oração Deus diz para Salomão: "Ouvi tua oração" (2 Cr 7:12), e o interessante é a continuação, onde Deus diz a Salomão: "E SE o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." (2 Cr 7:14). Destaco aqui para reflexão: "buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos". Pode ser que nada mude, porque a vontade de Deus é soberana à nossa, mas há uma grande chance de começarmos a ver mudanças acontecendo dia após dia... Mude aquilo que você consegue... O que você não consegue, Deus pode fazer o milagre!
Por que nada muda? - parte 1 de 2
Por que nada muda? - Parte 2 de 2
Grandes coisas fez o SENHOR por nós, pelas quais estamos alegres. - Salmos 126:3
domingo, 4 de março de 2012
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Gratidão
Dias atrás, por causa de uma situação no trabalho me peguei murmurando, e quando percebi isso mudei de atitude o mais rápido que consegui e passei a agradecer a Deus.
Pelo que você é grato a Deus? - Família, amigos, saúde, emprego... Mas e quando a situação não é tão favorável, continuamos gratos?
Muitas vezes, algumas situações nos levam a murmurar, e achar que Deus não está cuidando de nós.
Não é de hoje que fazemos isso... Veja o que o povo fez quando foi liberto da escravidão no Egito:
“E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera tivéssemos morrido por mão do SENHOR na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes trazido a este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão”. - Êxodo 16:3
O povo estava sendo liberto de um cativeiro, escravidão, mas preferia murmurar porque não tinha carne para comer. Preferia reclamar do momento ao invés de olhar o todo lá na frente, e principalmente, de ter a certeza de que Deus estava no controle.
Quantas vezes deixamos nossas murmurações ofuscar Aquele que está no controle de tudo.
Precisamos ter a certeza, que independente da situação ser boa ou ruim, Deus está no controle, e apesar de qualquer situação, temos sempre algo para agradecer.
Assista o vídeo disponível no link a seguir e medite no assunto.
One Time Blind - More Coke (Legendado)
Que tenhamos um coração sempre grato, independente do tamanho do favor que recebemos Dele.
"Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco". I Tessalonicenses 5.18.
Pelo que você é grato a Deus? - Família, amigos, saúde, emprego... Mas e quando a situação não é tão favorável, continuamos gratos?
Muitas vezes, algumas situações nos levam a murmurar, e achar que Deus não está cuidando de nós.
Não é de hoje que fazemos isso... Veja o que o povo fez quando foi liberto da escravidão no Egito:
“E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera tivéssemos morrido por mão do SENHOR na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes trazido a este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão”. - Êxodo 16:3
O povo estava sendo liberto de um cativeiro, escravidão, mas preferia murmurar porque não tinha carne para comer. Preferia reclamar do momento ao invés de olhar o todo lá na frente, e principalmente, de ter a certeza de que Deus estava no controle.
Quantas vezes deixamos nossas murmurações ofuscar Aquele que está no controle de tudo.
Precisamos ter a certeza, que independente da situação ser boa ou ruim, Deus está no controle, e apesar de qualquer situação, temos sempre algo para agradecer.
Assista o vídeo disponível no link a seguir e medite no assunto.
One Time Blind - More Coke (Legendado)
Que tenhamos um coração sempre grato, independente do tamanho do favor que recebemos Dele.
"Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco". I Tessalonicenses 5.18.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Esperança - Traga à memória
Vivemos em tempos de muita angústia que é causada por diversos fatores.
Saúde, economia, relacionamentos, mídia... Sim a própria mídia nos angustia com sua pressão em diferentes aspectos: consumo, notícias de tragédias com enfoque sensacionalista, imposição de padrões etc.
Angústia é uma sensação psicológica, caracterizada por “abafamento”, insegurança, falta de humor, ressentimento, dor e ferida na alma.
Jean-Paul Sartre, filósofo francês contemporâneo, defendeu que a angústia surge no exato momento em que o homem percebe a sua condenação irrevogável à liberdade.
E quantos de nós hoje vivemos presos, sufocados, angustiados!
Será a angústia algo moderno, relativo aos tempos de hoje? – Não. Vemos na bíblia várias passagens onde as pessoas se sentiam angustiadas. O próprio Jesus se sentiu assim antes de ser crucificado (“E tomou consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, e começou a ter pavor, e a angustiar-se”. Marcos 14:33).
Na bíblia, o livro de Lamentações descreve a angústia do povo de Israel por estar em cativeiro, preso, sem esperança. Porém nesse mesmo livro, no capítulo 3 versículo 21, Jeremias diz: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.”
Podemos aprender com essa frase que a esperança depende da nossa mente, da nossa memória, de trazermos à memória coisas boas...
Se lermos no capítulo 4 do livro de Josué, Deus manda que se retire 12 pedras do leito do rio que o povo estava passando seco e fizesse um memorial dessa travessia. Sabe por quê? – Porque nós temos o defeito de sempre esquecermos as coisas maravilhosas que Deus já nos fez quando estamos passando por um problema diferente.
Claro que no momento de um problema é esse problema que nos incomoda e nos vem à mente, mas nesses momentos precisamos trazer à memória o que Deus já nos supriu, já nos socorreu, já nos fez para atravessar mares e rios.
Se você quer “ativar” a esperança na sua vida, além de evitar assuntos e imagens deprimentes, crie memoriais, anote o que Deus já fez de bom em sua vida e relembre isso nos momentos difíceis, pois se o teu problema é grande, lembre-se que o Senhor Deus é muito maior do que o seu problema, empenhe-se em conhecê-LO.
Saúde, economia, relacionamentos, mídia... Sim a própria mídia nos angustia com sua pressão em diferentes aspectos: consumo, notícias de tragédias com enfoque sensacionalista, imposição de padrões etc.
Angústia é uma sensação psicológica, caracterizada por “abafamento”, insegurança, falta de humor, ressentimento, dor e ferida na alma.
Jean-Paul Sartre, filósofo francês contemporâneo, defendeu que a angústia surge no exato momento em que o homem percebe a sua condenação irrevogável à liberdade.
E quantos de nós hoje vivemos presos, sufocados, angustiados!
Será a angústia algo moderno, relativo aos tempos de hoje? – Não. Vemos na bíblia várias passagens onde as pessoas se sentiam angustiadas. O próprio Jesus se sentiu assim antes de ser crucificado (“E tomou consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, e começou a ter pavor, e a angustiar-se”. Marcos 14:33).
Na bíblia, o livro de Lamentações descreve a angústia do povo de Israel por estar em cativeiro, preso, sem esperança. Porém nesse mesmo livro, no capítulo 3 versículo 21, Jeremias diz: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.”
Podemos aprender com essa frase que a esperança depende da nossa mente, da nossa memória, de trazermos à memória coisas boas...
Se lermos no capítulo 4 do livro de Josué, Deus manda que se retire 12 pedras do leito do rio que o povo estava passando seco e fizesse um memorial dessa travessia. Sabe por quê? – Porque nós temos o defeito de sempre esquecermos as coisas maravilhosas que Deus já nos fez quando estamos passando por um problema diferente.
Claro que no momento de um problema é esse problema que nos incomoda e nos vem à mente, mas nesses momentos precisamos trazer à memória o que Deus já nos supriu, já nos socorreu, já nos fez para atravessar mares e rios.
Se você quer “ativar” a esperança na sua vida, além de evitar assuntos e imagens deprimentes, crie memoriais, anote o que Deus já fez de bom em sua vida e relembre isso nos momentos difíceis, pois se o teu problema é grande, lembre-se que o Senhor Deus é muito maior do que o seu problema, empenhe-se em conhecê-LO.
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